The Beautiful dream
Mais um sonho.
Estranho sonho, o meu.
Um sonho sobrenatural, daqueles que ninguem tem.
Um sonho que nos leva a acreditar que é verdadeiro e que está a acontecer naquele momento...
Parecia tão real.
Foi o sonho mais belo que tive até hoje.
Sonhei que acordava.
De: Alguém que procura
Para:” Genebra”
Tiraste me a vida quando confirmaste a minha dúvida.
Tudo teve um fim. Aquilo que eu pensei ser a melhor coisa no mundo, acabou num ápice. O mundo, o meu sonho tornou-se o pior pesadelo.
Para:” Genebra”
Tiraste me a vida quando confirmaste a minha dúvida.
Tudo teve um fim. Aquilo que eu pensei ser a melhor coisa no mundo, acabou num ápice. O mundo, o meu sonho tornou-se o pior pesadelo.
Cai-me uma lágrima. Porquê? Estou a chorar. Porquê? Mas estas lágrimas são diferentes, são lágrimas de cristal. Doem. Pesam. São frias. Foi nisto que me tornei? Foi nisto que me tornaste? Porquê? Tudo isto por culpa de uma só coisa. Por onde passa deixa desordem, o caos e até mesmo o inferno, tornando-nos pecadores da pior espécie. Mais uma lágrima. Estou a arrefecer. Já não sinto os pés, de tão frio que estou. Sempre pensei que isto nunca fosse acontecer. Porquê? Porque é que isto aconteceu? Usufruir de algo que não nos pertence, passar por cima de tudo o que é real para concretizar os nossos desejos…
Mais uma lágrima. Escrevo, mas sem sentir a caneta.
Fui dominado mais uma vez.
Estou dominado por duas coisas ao mesmo tempo.
Mais uma lágrima. Esta é linda. Caiu, mas quebrou-se em mil pedaços.
Tudo o que é belo tem um fim e assim, a natureza prega-nos partidas.
“Genebra” o que foi que tu fizeste?
Mais uma lág ________________
Tu, e só Tu
Porque é que me levaste contigo?
Saíste de ao pé de mim, desapareceste.
Depois de tudo o que já tínhamos passado juntos, tu foste embora. Levaste-me contigo, levaste-me, não sei para onde, sei que foi para longe. Voltarás?
Aquele autocarro, nunca, mais voltou a ser o mesmo.
Aquela paragem, onde tu entravas todos os dias, deixou de ser a mesma, aquele café onde lanchávamos todos os dias deixou de ser o mesmo.
Tudo mudou.
Tinha-te visto pela primeira vez à um ano atrás, quando andei tambem pela primeira vez naquela autocarro, e tu, entraste na tua paragem. Não precisei de levantar a cabeça para te ver, a tua presença, tomou conta de mim, deixei-me levar. Nesse dia estavas linda, como sempre tiveste. À tarde encontrei-te na esplanada daquele café, apesar das distâncias das mesas, eu via-te.
Isto foi assim durante um ano, até que precisamente um ano depois, no dia 13 de Agosto, à tarde no autocarro à vinda para casa, tu sentaste-te ao meu lado beijaste-me o rosto e disseste "Quem me dera que pudesse ver o quanto o admiro". E nunca mais te senti, a entrares naquela paragem. Nunca mais te senti naquela mesa da esplanada daquele café. Só penso se voltarás a entrar naquela paragem, se voltarás àquela mesa na esplanada daquele café. Se m voltarás a trazer-me.
Saíste de ao pé de mim, desapareceste.
Depois de tudo o que já tínhamos passado juntos, tu foste embora. Levaste-me contigo, levaste-me, não sei para onde, sei que foi para longe. Voltarás?
Aquele autocarro, nunca, mais voltou a ser o mesmo.
Aquela paragem, onde tu entravas todos os dias, deixou de ser a mesma, aquele café onde lanchávamos todos os dias deixou de ser o mesmo.
Tudo mudou.
Tinha-te visto pela primeira vez à um ano atrás, quando andei tambem pela primeira vez naquela autocarro, e tu, entraste na tua paragem. Não precisei de levantar a cabeça para te ver, a tua presença, tomou conta de mim, deixei-me levar. Nesse dia estavas linda, como sempre tiveste. À tarde encontrei-te na esplanada daquele café, apesar das distâncias das mesas, eu via-te.
Isto foi assim durante um ano, até que precisamente um ano depois, no dia 13 de Agosto, à tarde no autocarro à vinda para casa, tu sentaste-te ao meu lado beijaste-me o rosto e disseste "Quem me dera que pudesse ver o quanto o admiro". E nunca mais te senti, a entrares naquela paragem. Nunca mais te senti naquela mesa da esplanada daquele café. Só penso se voltarás a entrar naquela paragem, se voltarás àquela mesa na esplanada daquele café. Se m voltarás a trazer-me.
Sim, será
Será?
Será que vens?
Será que me conheces?
Será que me queres?
Será que me sentes?
Será?
Será que te amo?
Será que existo?
Será que preciso de ti?
Será?
Sim, será, tu nunca virás, tu não me amas, tu não me conheces, tu não me queres e tu não me sentes. Porquê? Porque eu não te amo, porque eu não existo, porque eu preciso de ti.
Será que vens?
Será que me conheces?
Será que me queres?
Será que me sentes?
Será?
Será que te amo?
Será que existo?
Será que preciso de ti?
Será?
Sim, será, tu nunca virás, tu não me amas, tu não me conheces, tu não me queres e tu não me sentes. Porquê? Porque eu não te amo, porque eu não existo, porque eu preciso de ti.
Imaginação
Oiço-te na minha cabeça parece que estás aqui ao lado mas não, é apenas a tua voz na minha cabeça. Sinto a tua falta. Acho que me apaixonei por ti, mas será mesmo?
Passo a vida a pensar em ti, a imaginar-te, a ouvir a tua voz, quando na verdade nem sequer existes.
Porquê? Porque é que te criei?
Talvez porque tenha falta de alguém, de algo.
Oh, se soubesses como é bela a tua voz, o teu corpo, mas não sabes, porque não existes.
Tenho 80 anos, e nunca me casei, nunca soube o que era tocar nos teus lábios. Nunca soube o que era sentir-te. Assim morro sem mais nenhuma palavra para falar sobre mim.
Adeus
Passo a vida a pensar em ti, a imaginar-te, a ouvir a tua voz, quando na verdade nem sequer existes.
Porquê? Porque é que te criei?
Talvez porque tenha falta de alguém, de algo.
Oh, se soubesses como é bela a tua voz, o teu corpo, mas não sabes, porque não existes.
Tenho 80 anos, e nunca me casei, nunca soube o que era tocar nos teus lábios. Nunca soube o que era sentir-te. Assim morro sem mais nenhuma palavra para falar sobre mim.
Adeus
Subscrever:
Mensagens (Atom)
